Carboidratos, redutase do nitrato e restabelecimento de mudas “passadas” de cafeeiros após a poda em diferentes alturas

THATIANE ABRAHAO PEREIRA, José Donizeti Alves, Sheila Andrade Abrahão, José Edinaldo Abrahão, Daniela Deitos Fries Fries, Dárlan Einstein do Livramento, Sidnei Deuner

Resumo


Objetivando estudar alguns aspectos fisiológicos de mudas “passadas” de cafeeiro quando submetidas à poda em diferentes alturas do caule, foi conduzido um experimento no viveiro de mudas do Departamento de Biologia, setor Fisiologia Vegetal da Universidade Federal de Lavras - UFLA. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, formado por 4 tratamentos e 3 repetições. Os tratamentos foram: poda acima do 1º par de folhas e/ou 1° nó, poda acima do 2º par de folhas, poda acima do 3º par de folhas e testemunha sem poda. Foram realizadas avaliações de crescimento do sistema radicular, determinação dos teores de substâncias de reserva nos tecidos do caule e raízes e atividade da redutase do nitrato em raízes, aos 30, 60 e 90 dias após a poda. O cultivar utilizado foi Mundo Novo 379/19. Aos 60 e 90 dias, as mudas podadas apresentaram uma diminuição da massa fresca e seca da raiz principal e das raízes secundárias em relação à testemunha. Para o caule, a poda promoveu uma diminuição na concentração de açúcares solúveis totais nos dois últimos períodos estudados. Quanto ao amido, observou-se que seus teores diminuíram em todos os tecidos analisados em função da poda. A atividade da redutase do nitrato nas raízes aos 30 e 60 dias após a poda não foi afetada. O comprimento dos brotos, o número de folhas e a área foliar foram significativamente maiores quando se efetuou a poda acima do 2º par de folhas, seguido daquela acima do 3° par de folhas.

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