Modelagem estatística para a estimativa mensal de horas e unidades de frio em regiões de planalto do Rio Grande do Sul e Santa Catarina

ROSANDRO BOLIGON MINUZZI

Resumo


O objetivo neste estudo foi obter e avaliar modelos para a estimativa mensal de horas/unidades de frio baseados em dados de temperatura do ar nas regiões de planalto do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Foram utilizados dados horários de temperatura do ar no período de maio a agosto de 2012 a 2017 de sete estações meteorológicas. Para cada mês foram calculadas as horas/unidade de frio pelo método de Utah e da soma de temperatura horária igual ou inferior a 7,2°C que foram correlacionados com a temperatura mínima e média mensal com o uso da análise de regressão. Seis métodos estatísticos foram usados para avaliar a estimativa mensal de horas/unidades de frio obtidas pelos modelos previamente obtidos. A temperatura mínima e a média mensal explicaram entre 65% a 96% das horas de frio pelo limiar de temperatura ≤ 7,2°C e as unidades de frio pelo método de Utah. Recomenda-se o uso da temperatura mínima e da média mensal do ar para a estimativa das horas de frio e unidades de frio, respectivamente. A variabilidade climática do inverno na região em estudo resulta em desempenhos distintos dos modelos de estimativas de horas/unidade de frio.


Palavras-chave


superação da dormência, fruticultura, método de Utah

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